De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o número de infetados é de 348.871, mais 12.852 que nos dados diários anteriores.

O número de recuperados é hoje de 166.684, mais 6.031.

A África Austral regista o maior número de casos (123.328) e contabiliza 2.352 mortos, a grande maioria concentrada na África do Sul, o país com mais infetados em todo o continente (118.375) e que regista 2.292 vítimas mortais.

O Norte de África lidera no número de mortes (3.815), em 90.641 infeções. A África Ocidental conta 1.212 mortos em 68.287 infetados, a África Oriental regista 1.019 vítimas mortais em 34.217 casos, enquanto na África Central há 700 mortos em 32.398 infeções.

O Egito, o país africano com mais vítimas mortais, contabiliza hoje 2.533 mortos e 61.130 casos de infeção, seguindo-se a África do Sul e depois a Argélia, com 878 vítimas mortais e 12.445 infetados.

Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 549 mortos e 22.614 infetados, e o Sudão, com 559 mortes, apesar de ter um número de infeções mais reduzido (9.084).

Quanto aos países africanos lusófonos, a Guiné-Bissau é o que tem mais infeções e mortes, com 1. 614 casos e 22 vítimas mortais, de acordo com os dados mais recentes das autoridades locais, números ainda não atualizados pelo
África CDC.

Cabo Verde tem 1.027 infeções e nove mortos, segundo as autoridades locais, enquanto Moçambique conta 816 doentes infetados e cinco mortos.

São Tomé e Príncipe contabiliza 711 casos e 13 mortos e Angola tem 212 casos confirmados de covid-19 e 10 mortos.
A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), tem 2.001 casos e mantém 32 mortos, de acordo com o África CDC.

O primeiro caso de covid-19 em África surgiu no Egito em 14 de fevereiro, e a Nigéria foi o primeiro país da África subsaariana a registar casos de infeção, em 28 de fevereiro.

A pandemia de covid-19 já provocou quase 487 mil mortos e infetou mais de 9,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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