A Organização Mundial da Saúde, a UNICEF e a The Lancet criaram um ‘ranking’ que pretende traduzir o estado da saúde infantil e de bem-estar, que mede as condições fundamentais para as crianças prosperarem.

Nesse ranking, Portugal surge em 22.º lugar, numa tabela liderada pela Noruega, Coreia do Sul e pelos Países Baixos. Segue-se França, Irlanda, Dinamarca, Japão, Bélgica, Islândia, Reino Unido e Luxemburgo.

Atrás de Portugal ficaram países como a Itália, Israel, Polónia ou Nova Zelândia.

Portugal obteve uma pontuação de 0,90 no nível que conjuga possibilidade de sobrevivência e prosperidade, quando a pontuação máxima é 1. Contudo, o máximo atribuído foi 0,95, pontos conquistados por apenas cinco países.

“O objetivo final dos objetivos do desenvolvimento sustentável é garantir que todas as crianças são capazes de se desenvolver e levar vidas felizes e significativas, agora e no futuro”, recorda o relatório hoje divulgado.

O documento divulga ainda um índice da sustentabilidade dos vários países, que tem em conta critérios ambientais, como as emissões de dióxido de carbono, que contribuem para as alterações climáticas.

Portugal surge nesta tabela no 129.ª lugar, a par de vários países europeus. Aliás, ao nível das emissões poluentes, os países mais pobres são os que apresentam melhores indicadores, encontrando-se nos primeiros lugares o Burundi, Chade e Somália.

O relatório destaca que nenhum dos 180 países analisados apresenta bom desempenho nos três indicadores: desenvolvimento saudável para as crianças, sustentabilidade e equidade.

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