“Nós temos dificuldade em compreendê-los precisamente porque esta gestão tem dado prejuízos e prejuízos muito graves, que têm acarretado para os contribuintes portugueses também prejuízos muito graves”, considerou a parlamentar centrista, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.

Cecília Meireles apontou que “a questão é muitíssimo mais profunda do que os prémios, tem também a ver como as entidades públicas, como o Fundo de Resolução, como o Banco de Portugal e como o Governo têm conduzido a questão”.

“Se os prejuízos do Novo Banco correm por conta de todos nós, essa é também uma decisão política, que o Tribunal de Contas diz que não foi tomada nem de forma transparente, nem de forma a acautelar a sustentabilidade das finanças públicas e levanta questões que eu acho que são gravíssimas do ponto de vista do funcionamento deste mecanismo”, sustentou.

Por essa razão, para a deputada, “a questão vai muito para além dos prémios”.

“Gostava de dizer que estava surpreendida, mas infelizmente as coisas inaceitáveis desta natureza já são relativamente comuns no Novo Banco. Mas tem que parar.”, lamentou.

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