“O relatório da Casafari conclui que, no segundo trimestre de 2021, não obstante a continuação da situação pandémica em Portugal, os preços do imobiliário no segmento residencial continuaram resilientes em Portugal, com os preços de venda a apresentarem um crescimento gradual”, apontou, em comunicado, a plataforma.

O preço médio de venda de apartamentos em Portugal avançou, neste período, 1,13%, com os preços em Lisboa a manterem-se estáveis, distrito com o preço mais elevado (269.965 euros).

Por sua vez, o preço médio da venda de moradias avançou 0,12%, com Lisboa também a apresentar o valor médio mais elevado (444.665 euros).

Já os preços do arrendamento de apartamentos registaram, de forma generalizada, uma queda de 1,16%, destacando-se Lisboa com o preço médio mais elevado (984 euros).

Por distrito, em Lisboa, no que concerne à venda de apartamentos, à exceção de Arruda dos Vinhos, Azambuja, Oeiras e Sobral de Monte Agraço, verificou-se uma subida no preço médio de venda, com Lisboa, Cascais e Oeiras a apresentarem os valores mais elevados.

No sentido inverso, Cadaval, Azambuja e Sobral de Monte Agraço registaram os preços médios de venda mais baixos.

Lisboa, Cascais e Oeiras são também os concelhos mais caros, considerando a venda de moradias em Lisboa.

No caso do arrendamento, verificou-se uma descida no valor médio das rendas “em quase todos os concelhos”.

Lourinhã foi o concelho que registou uma subida mais elevada (16,84%), enquanto Arruda dos Vinhos apresentou a maior desvalorização (-13,38%).

No distrito do Porto, por seu turno, o preço médio de venda de apartamentos teve uma subida, no trimestre em causa, em quase todos os concelhos, com exceção de quatro.

O Porto manteve-se como o concelho que apresenta o preço médio mais elevado (230.871 euros), seguido por Matosinhos e Póvoa do Varzim.

Marco de Canaveses, Baião e Lousada são os concelhos que apresentam preços médio de venda de apartamentos mais baixos.

No que diz respeito ao preço das moradias, neste distrito, Porto, Matosinhos e Vila Nova de Gaia são os concelhos mais caros, enquanto Baião, Marco de Canaveses e Amarante são os que apresentam os valores médios mais baixos.

Ao nível do arrendamento, Matosinhos, Santo Tirso e Vila do Conde são os concelhos mais caros e Felgueiras, Penafiel e Lousada apresentam-se como os concelhos mais barato no Porto.

Por último, no distrito de Faro, Loulé, Lagos e Vila do Bispo aparecem como os concelhos mais caros em termos do valor médio dos apartamentos para venda.

Alcoutim, Aljezur e Monchique apresentaram os valores mais baixos.

“Analisando o preço médio da venda de moradias, Loulé, Lagos e Lagoa situam-se no topo da lista dos concelhos mais caros, com Alcoutim, Monchique e Vila Real de Santo António a apresentarem os números mais baratos. Portimão é o concelho onde a variação positiva é mais elevada (6,71%)”, revelou.

Monchique, Faro e Lagos são os concelhos mais caros para arrendar um apartamento, enquanto Castro Marim, Silves e Vila Real de Santo António os mais baratos.

Em termos do segmento não residencial, o preço médio de venda de escritórios adicionou 5,08% em Lisboa, 2,3% no Porto e 0,67% em Faro.

O ‘stock’ de escritórios aumentou, no período considerado, 8,27% em Lisboa, 5,48% no Porto e 3,51% em Faro.

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