André Jordão é o fundador e CEO da Barkyn, uma startup que é já um case study em e-commerce. No último ano, a Barkyn quadruplicou as suas receitas mensais. Além de fundador da empresa cujo negócio assenta num serviço de subscrição para animais de estimação, André lidera uma equipa diversa, com mais de oito nacionalidades, no escritório do Porto, e é mentor em vários hubs de empreendedorismo portugueses como a Startup Braga, a UPTEC ou o Programa da Google para Startups.

Antes da Barkyn, trabalhou no mundo das grandes empresas e das startups dos outros (na Alemanha, com a Wunder). Recentemente, André Jordão foi também reconhecido pelos "Global CEO Excellence Awards" como o CEO mais inovador do mercado Pet Care.

Ontem foi também reconhecido como Empreendedor do Ano, vencendo a edição de 2020 do Prémio João Vasconcelos.

“É com muito orgulho que entregamos, este ano, o prémio a André Jordão, que deu provas de capacidade liderança e resiliência, ao longo do seu percurso. Queremos dar palco às empreendedoras e empreendedores que estão a criar negócios inovadores, ao mesmo tempo que contribuem para um ecossistema cada vez mais maduro. O André é um bom exemplo disso mesmo”, disse Miguel Fontes, diretor executivo da Startup Lisboa.

Esta é a segunda edição do prémio que tem como objetivo homenagear o legado de João Vasconcelos, primeiro diretor executivo da Startup Lisboa. Pretende-se apoiar empreendedores que se tenham destacado pelo seu desempenho na fase de criação ou de expansão dos seus negócios. Este ano, o prémio teve uma abrangência nacional, podendo a ele concorrer empreendedores nacionais ou estrangeiros com negócios em Portugal.

Dos mais de 50 empreendedores que se candidataram ao prémio, foram selecionados dez para o pitch final, com base em cinco critérios de avaliação: visão e estratégia, resiliência, contributo para o ecossistema empreendedor nacional, liderança e gestão de equipa, crescimento e penetração internacional.

Durante a sessão, Miguel Fontes sublinhou ainda que “o facto de ter havido menos empreendedoras  a candidatarem-se ao Prémio João Vasconcelos é prova de que há ainda muito trabalho a fazer na promoção da igualdade de género, no ecossistema empreendedor”. Miguel Fontes reforçou o empenho da Startup Lisboa em continuar a “apoiar e a desenvolver iniciativas que promovam maior diversidade, nomeadamente, em termos de igualdade de género”.

Miguel Fontes e André Jordão
créditos: DR

Quem foram os 10 finalistas:

  • André Jordão, fundador e CEO da Barkyn, um serviço de subscrição para animais de estimação que inclui alimentação personalizada e veterinário à distância;
  • António Trincão, fundador e CEO da Youcanevent, um serviço que recria espaços físicos integrados com streaming de vídeo e ferramentas de realidade virtual, de forma a replicar eventos no online com uma experiência muito semelhante à física;
  • Fabiana Clemente e Gonçalo Martins Ribeiro, CDO e CEO da YData, uma solução de software automatizado de privacidade de dados, baseada nos últimos avanços da geração de dados sintéticos;
  • Hélder Silva, CEO da Newton Labs, um serviço de assistente pessoal inteligente na procura de talento, que compara e analisa dados através de algoritmos de deep learning;
  • Hugo Venâncio, fundador e CEO do Reatia, uma plataforma de metasearch que, usando inteligência artificial, agrega os imóveis disponíveis no mercado imobiliário português, sejam eles de particulares ou de agências imobiliárias;
  • Marcelo Lebre, co-fundador e CTO da Remote, a plataforma que possibilita contratação de equipas distribuídas, simplificando toda a burocracia financeira e legal da contratação, processamento de salários e benefícios de trabalhadores distribuídos por múltiplos países ou localmente;
  • Nuno Brito Jorge, fundador e CEO da GoParity, plataforma de investimento de impacto e financiamento para projetos de sustentabilidade;
  • Nuno Fonseca, fundador e CEO da Sound Particles, empresa de software áudio 3D usado em produções de Hollywood como Game of Thrones, Frozen e StarWars;
  • Ricardo Costa, fundador e CEO da LOQR, uma plataforma de segurança digital, que trabalha nas áreas de autenticação digital através de machine learning;
  • Sebastião Queiroz e Mello, fundador do The Code Venture Group, um empresa tecnológica focada em venture building.

O júri foi constituído por Céline Abecassis-Moedas, Diretora Académica do Centro para a Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo da UCP, Carlos Silva, partner da Faber Ventures, Daniela Braga, fundadora e CEO da DefinedCrowd e vencedora da  primeira edição do Prémio João Vasconcelos, Frederico Serras Gago, Administrador Executivo da IFD, Hugo Augusto, Managing Director da Techstars Lisbon, Luís Rodrigues, Diretor da Startup Braga, Margarida Figueiredo, Diretora de Economia e Inovação da CML, Miguel Fontes, Diretor Executivo da Startup Lisboa, Nuno Mangas, Presidente do IAPMEI, Nuno Mota Pinto, Administrador do Banco Montepio, e Pedro Cerdeira, Business Angel e Board Member da APBA.

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