1. Como os Jogos Olímpicos tentaram reduzir a sua pegada ecológica 

Ainda antes de os Jogos terem começado a organização das Olimpíadas de Tóquio afirmou que o evento seria neutro em carbono, mas teria um balanço negativo. 

Planeta A

Uma volta ao mundo centrada nos temas que marcam.

Todas as semanas, selecionamos os principais trabalhos associados à rede Covering Climate Now, que o SAPO24 integra desde 2019, e que une centenas de órgãos de comunicação social comprometidos em trazer mais e melhor jornalismo sobre aquele que se configura como um tema determinante não apenas no presente, mas para o futuro de todos nós: as alterações climáticas ou, colocando de outra forma, a emergência climática.

Para isso, solicitaram a doação de quase o dobro do volume de créditos de compensação de carbono que o próprio evento emitiria — incluindo a construção de edifícios, consumo de eletricidade, viagens de atletas e até mesmo o metal reciclado usado para fabricar as medalhas.

Mesmo assim, os Jogos Olímpicos de Tóquio continuam a ser representativos de uma tendência geral de declínio da sustentabilidade nas Olimpíadas ao longo do tempo. 

Para ler na íntegra em Quartz

Olympic Games 2020 Athletics

​​2. Medalhas olímpicas foram produzidas a partir de lixo eletrónico reciclado

As medalhas foram feitas a partir de mais de 6,21 milhões de aparelhos eletrónicos reciclados. Os japoneses foram convidados a doar smartphones, tablets e outros dispositivos eletrónicos já usados, e assim contribuir para o fabrico das 5.000 medalhas olímpicas atribuídas aos atletas que conquistarem o pódio.

Das mais de 78.985 toneladas de materiais recolhidos, foram extraídos mais de 32 quilos de ouro, 3,5 quilos de prata e 2,2 quilos de bronze.

Para ler na íntegra em SAPO24

Carvão vegetal

3. O que a perigosa recaída do carvão da China significa para o resto do mundo

Apesar das promessas de reduzir as suas emissões de gases de efeito estufa, a China está prestes a expandir a sua capacidade de produção de energia a carvão para 1.400 gigawatts — três vezes o limite global da energia a carvão estabelecido pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas para limitar o aquecimento global abaixo de 2º C. 

Num artigo de opinião, Daniel K. Gardner, especialista no ambiente chinês, argumenta que o presidente norte-americano Joe Biden deve encorajar o presidente Xi a reverter o curso, uma vez que os EUA e a China são responsáveis por 40% do total de emissões de carbono do mundo.

Para ler na íntegra em Los Angeles Times

Greenville fire
créditos: CBS San Francisco

4. “Perdemos Greenville”. Fogo florestal dizima uma cidade da Califórnia

Um incêndio de três semanas consumiu uma pequena cidade montanhosa do norte da Califórnia, destruindo edifícios históricos e deixando grande parte do centro da cidade em cinzas.

Ao mesmo tempo, um novo incêndio impulsionado pelo vento destruiu casas enquanto as equipas se preparavam para outra possível vaga de incêndios na quinta-feira devido ao clima perigoso.

Para ler na íntegra em Associated Press

Caçar rolas este ano só de manhã e em 2020 apenas durante quatro dias
créditos: 24

Por cá: Portugal proíbe caça à rola de forma temporária

A caça à rola está proibida de forma temporária na época de 2021/22 em Portugal, depois de se revelar um "decréscimo significativo" das populações daquela espécie protegida, divulgou o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

"Em linha com os países da União Europeia abrangidos pela rota migratória ocidental, Portugal proíbe transitoriamente a caça à rola-comum na época venatória de 2021-2022", adiantou a entidade em comunicado.

Para ler na íntegra em SAPO24

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