A população de Foula, uma das ilhas habitadas mais remotas da Escócia, está à procura de um novo diretor para dirigir a sua pequena escola primária, com apenas quatro alunos e outra criança no infantário, conta o The Guardian.

A anterior diretora da escola, Beverley McPherson, descrita por um habitante no Facebook como "verdadeiramente fantástica", reformou-se após quatro anos a gerir o estabelecimento de ensino.

O anúncio de trabalho promete um salário de 61.374 libras anuais (cerca de 72 mil euros), despesas de mudança e uma casa com três quartos.

"É um diretor ou aspirante a diretor à procura de um novo desafio excitante? Sonha em fazer parte de uma comunidade insular amigável e dinâmica, com um ritmo de vida mais lento?", pode ainda ler-se. "As qualidades que procuramos no candidato selecionado são: atitude, visão, energia, iniciativa, boa capacidade de comunicação e autodisciplina".

Com uma população permanente de 28 pessoas, esta ilha é referida como sendo o local habitado mais isolado e exposto da Grã-Bretanha. Situada no lado oriental da ilha, protegida do clima atlântico pela colina mais alta de Foula, o edifício da escola dispõe de um infantário, cozinha e sala de convívio.

Na ilha, alguns habitantes trabalham a tempo parcial na escola cobrindo os primeiros anos, arte e tecnologia da informação. Em Foula, como em muitas outras ilhas escocesas, os residentes assumem múltiplos empregos, enquanto os adolescentes vivem fora durante o período escolar, ficando num albergue em Lerwick para frequentarem a principal escola secundária de Shetland.

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