1. Aumento das temperaturas ameaça Olimpíadas de Inverno

O aumento da temperatura global ameaça as Olimpíadas de Inverno no futuro, uma vez que haverá menos cidades com neve e gelo suficiente, bem como condições seguras para a realização.

Planeta A

Uma volta ao mundo centrada nos temas que marcam.

Todas as semanas, selecionamos os principais trabalhos associados à rede Covering Climate Now, que o SAPO24 integra desde 2019, e que une centenas de órgãos de comunicação social comprometidos em trazer mais e melhor jornalismo sobre aquele que se configura como um tema determinante não apenas no presente, mas para o futuro de todos nós: as alterações climáticas ou, colocando de outra forma, a emergência climática.

Das 21 cidades dos Jogos Olímpicos de Inverno, apenas uma seria suficientemente fria até ao final do século, se as emissões globais de gases de efeito estufa permanecerem na trajetória atual. Mas, se as emissões forem reduzidas de acordo com o acordo de Paris, nove cidades ainda seriam fiáveis até 2080.

Para ler na íntegra em The Guardian

Climáximo convoca ação contra a Repsol em solidariedade com ativistas e população do Peru

2. Costa do Peru atingida por segundo derrame de petróleo em menos de duas semanas

A costa do Peru foi atingida na terça-feira por um novo derrame de petróleo, quando trabalhadores da petrolífera espanhola Repsol estavam a investigar as causas de um outro derrame registado a 15 de janeiro.

O incidente de 15 de janeiro provocou uma “maré negra” ao longo da costa da região central do Peru até a uma distância de mais de 40 quilómetros da refinaria, provocando a morte de milhares de peixes e aves marinhas e deixando centenas de pescadores artesanais sem trabalho, além de atingir duramente o setor turístico em pleno verão austral.

Segundo o Governo peruano, mais de 180 hectares de litoral estão contaminados, além de 713 hectares de área marítima.

Para ler na íntegra em SAPO24

Clima: Faltas dos alunos que adiram à greve estudantil serão injustificadas
Uma participante exibe um cartaz onde se lê em português "Não existe Plano B" durante a manifestação de estudantes portugueses associados ao movimento #Schoolstrike4climate#, para exigir que a crise climática seja uma prioridade governamental, em Lisboa, 15 de março de 2019. Nascido na sequência da intervenção de uma jovem sueca, Greta Thunberg, que protestou a partir de agosto em frente ao parlamento com o cartaz em que se lia “School Strike for Climate”, o movimento desencadeou manifestações em vários pontos do globo, chegando agora o apelo para um dia de ação global. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA créditos: Lifestyle

3. Só conseguiremos evitar um caos climático se houver uma “transformação estrutural da economia global”

Chegar à neutralidade carbónica até 2050 exigirá uma “transformação estrutural da economia global”, de acordo com um relatório da McKinsey, uma das empresas de consultoria mais influentes do mundo.

Estima-se que será preciso investir cerca de 8,3 biliões de euros anualmente, durante décadas, para limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC.  

Para ler na íntegra em The Guardian

Petróleo
créditos: AFP or licensors

4. Juiz anula leilão histórico de concessões de petróleo nos EUA devido à crise climática

Um juiz federal dos EUA invalidou o maior leilão de concessões 'offshore' de petróleo e gás natural na história do país, realizado em 2021, alegando que o Governo de Trump não teve suficientemente em conta a crise climática.

Para ler na íntegra em SAPO24

Quatro distritos do continente sob aviso amarelo devido à chuva e vento forte

Por cá: IPMA prevê agravamento da seca "muito provável" em Portugal continental

O Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA) considera que é "muito provável" que a seca meteorológica se agrave em Portugal continental durante fevereiro, assinalando que piorou durante o mês de janeiro e é o ano de pior seca das últimas duas décadas.

A seca, que começou em novembro passado, "mantém-se e agravou-se à data de 25 de janeiro": 54% do território está em seca moderada, 34% em seca severa e 11% em seca extrema.

Para "diminuir significativamente" ou acabar com a seca seria preciso que no norte e centro do país chovesse mais do que 200 a 250 milímetros e no sul mais de 150 milímetros, algo que "somente ocorre em 20% dos anos".

Para ler na íntegra em SAPO24

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