"Se pudermos ajudar adequadamente, iremos ajudar, e acho que a Austrália não deve comentar mais sobre uma investigação que está a ser conduzida adequadamente", disse a chefe da diplomacia australiana, à emissora local ABC.

Marise Payne negou que a Austrália "tenha sido arrastada" para uma questão da política interna dos EUA e salientou: "nestas circunstâncias estamos a trabalhar no interesse da Austrália e com o nosso aliado mais próximo e importante".

A governante não forneceu, contudo, pormenores sobre o tipo de cooperação ou documentação envolvida.

O gabinete do primeiro-ministro australiano confirmou na terça-feira que Trump pediu, por via telefónica, ajuda a Scott Morrison para colaborar na investigação.

Na segunda-feira, o jornal New York Times noticiou que Trump pediu a Morrison para que este ajudasse o procurador-geral dos EUA, William Barr, a tentar obter informações que desacreditassem a investigação de interferência russa nas eleições presidenciais norte-americanas.

Barr iniciou, este ano, uma revisão da investigação da alegada interferência russa nas eleições presidenciais de 2016, nas quais foi eleito Donald Trump, para tentar determinar se as forças de segurança ou unidades de inteligência haviam agido de forma inadequada quando decidiram realizar essas investigações.

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