Depois das vitórias em Marselha, França, este ano, e em Estocolmo, em 2018, o top-10 mundial venceu pela primeira vez o Estoril Open, derrotando o repescado uruguaio Pablo Cuevas na final, em dois ‘sets’, 6-3 e 7-6 (7-4).

“Estou feliz por ter ficado com a vitória no fim, estou realmente contente. É o meu primeiro título no Estoril e é muito especial para mim por ser em solo português”, sublinhou, em conferência de imprensa, o campeão do torneio, que sucedeu ao português João Sousa.

Tsitsipas reforçou ainda que Portugal traz “grandes memórias, face à conquista do seu primeiro título como tenista profissional, da categoria ‘future’, em Oliveira de Azeméis, em 2016.

Com o torneio de Madrid, de categoria masters’ 1000, a iniciar-se na próxima semana, o jovem, de 20 anos, realçou a importância de se exibir a um bom nível, após uma semana extensa em Lisboa.

“Esta semana foi longa e agora tenho o torneio de Madrid, que é muito importante para mim, porque quero dar o meu melhor lá. São muitos pontos para conseguir”, explicou.

Por sua vez, Pablo Cuevas preferiu enaltecer a semana vivida em Portugal, depois de ter sido repescado do ‘qualifying’.

“Neste momento poderia estar mais contente, mas não posso queixar-me. Tive uma semana muito boa e cheguei à final da forma especial como cheguei. Enfrentei um grande jogador”, declarou o veterano jogador, de 33 anos.

Cuevas queixou-se do vento que se fez sentir no ‘court’ central, lamentando que tenha alterado constantemente a trajetória da bola.

“Hoje, senti que o vento estava a mudar muito a trajetória da bola, uma sensação um pouco feia. Não estava fácil jogar, é uma situação um pouco rara, mas foi igual para os dois”, explicou.

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