“O primeiro tinha passagem direta à final e consegui vencer a minha eliminatória, que foi a mais rápida. No conjunto, os cinco melhores tempos foram da minha série. Hoje tive boas sensações, ao contrário de ontem. É um bom sinal”, regozijou-se, em declarações à Lusa.

O limiano medalha de bronze em Tóquio2020 completou a prova em 3.38,52 minutos, batendo o germânico Martin Hiller por 1,22 segundos e o dinamarquês René Poulsen por 6,34.

Na eliminatória anterior, o campeão olímpico, o húngaro Balint Kopasz venceu em 3.46,13, enquanto o bielorrusso Aleh Yurenia se impôs na terceira série, em 3.35,45.

Sábado, Pimenta espera “estar na luta pelas medalhas e, se possível, vencer”, feito que lhe permitiria igualar o seu melhor desempenho de sempre na competição, quando foi campeão em 2018 em Montemor-o-Velho.

Agora, o canoísta luso tem um dia para “descansar e recuperar” para a final de sábado, antes de domingo disputar, igualmente, os primeiros lugares na regata de K1 5.000 metros.

O jovem Balint Kopasz será o seu maior adversário ao lugar mais alto do pódio, mas Pimenta recorda que a final é composta por nove canoístas e não somente a dupla que mais se tem destacado no ciclo olímpico que agora finda.

“Eu e o Balint temo-nos destacado, mas esta é outra competição. Há aqui atletas com muita vontade de mostrar valor e conquistar um bom resultado. Tenho respeito por todos. Na final vou dar meu melhor, ajudar a um grande espetáculo desportivo e espero ser um dos mais rápidos a terminar a prova”, concluiu.

Em K1 1.000 metros, Pimenta foi campeão em 2018, prata em 2017 na República Checa e bronze em 2015 em Itália e 2019 na Hungria.

Portugal compete nestes mundiais com 11 canoístas e num total de 13 tripulações, incluindo dois atletas da canoagem adaptada.

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