Esta manifestação em Berlim, sob o lema “Teslatakedown”, faz parte do protesto global contra Musk e foi convocada por várias organizações, como Campact, Fridays for Future e Tesla den Hahn abdrehen (Fechar a torneira na Tesla, em português).
“A nossa manifestação de hoje mostrou que a resistência à influência de Musk está a crescer. Centenas de pessoas manifestaram-se fortemente em Berlim, com discursos, ações criativas e exigências claras”, afirmou Caro Weber, de uma das organizações alemãs, citado pela agência EFE.
Para este manifestante, “Elon Musk não deve continuar a minar as estruturas democráticas sem restrições”.
Entre as principais críticas dos manifestantes, está “o apoio de Musk aos partidos de direita, os seus ataques ao sistema social americano e o seu desrespeito pelas normas ambientais e pelos direitos sindicais na Alemanha”.
Na fábrica da Tesla em Brandemburgo alegam os organizadores do protesto, a empresa “ignora sistematicamente os regulamentos, põe em risco os postos de trabalho devido a condições de insegurança e impede a participação dos trabalhadores na tomada de decisões”.
O programa da manifestação em Berlim incluiu discursos, apresentações musicais e formas criativas de protesto.
Os ativistas usaram faixas, cartazes e as suas atuações para chamar a atenção para “as consequências dramáticas” que acompanham o poder económico e político de Musk, um dos aliados mais próximos do presidente dos EUA, Donald Trump.
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